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6 de maio de 2012

Manifesto sobre um teatro (literalmente) INVISÍVEL

Neste sábado, 5 de maio de 2012, um grupo de artistas foi ao local onde deveria existir o prometido "Novo Teatro Municipal de São José dos Campos" para marcar o aniversário de 4 anos deste projeto que, literalmente, nasceu ao contrário. Vejam só...

"Onde está o teatro? O gato comeu, o gato comeu e ninguém o viu..."
"Vira vira vira, vira vira vira, vira vira vira... virou!?"
 
O cartaz diz tudo...
Artistas-cidadãos em bloco...
Cantar, seja lá como for! Resistimos, logo existimos...
... pra manter a Cultura em Movimento

O protesto foi noticiado pelo jornal "O VALE"na edição de 06/05/2012:


* Acessem o blog dos Cordéis Joseenses pra conhecer o Cordel-Rap do Teatro Invertido preparado para esse triste aniversário...
P.R.Barja

11 de março de 2012

Carta do (e)leitor (11/03/2012)

(sobre o Cine-Teatro Benedito Alves e o fomento à cultura em SJC)

Da seção CARTA DO LEITOR, "O Vale", 11/03/2012

A intenção da Prefeitura de São José na reabertura do Cine Teatro Benedito Alves tem que ir muito além de apenas atrair público noturno para o centro. Isso é algo que se faz, por exemplo, na Praça Afonso Pena. A prefeitura precisa fomentar a circulação da arte e da cultura em São José, inclusive através de iniciativas como a criação de um Fundo Municipal de Cultura.

Paulo Barja

18 de agosto de 2011

CARTA ABERTA - Sobre LIF e Fundo Municipal

(enviado em 19/08/2011 a membros do Conselho Deliberativo da FCCR)

Prezados conselheiros/secretaria/colegas artistas,

   Como cidadão e artista, defendo a proposta apresentada por Jacqueline Baumgratz, suplente do Conselho Deliberavo da Fundação Cultural Cassiano Ricardo: mais urgente que discutir detalhes da LIF é criar imediatamente o Fundo Municipal para Arte e Cultura (FMAC).
   Propomos, artistas e cidadão, e há anos, a criação do FMAC, por ser o mecanismo mais adequado para o incentivo à Cultura em nosso município (como em tantos outros que já utilizam com sucesso este mecanismo). Porque o FMAC permite a expressão livre, independente de qualquer exigência ou limitação eventualmente imposta pela iniciativa privada.
   É importante deixar claro que não defendo aqui "o benefício da classe artística". A reivindicação pelo FMAC é amplamente respaldada pelo povo de nossa cidade - apoio registrado inclusive através de abaixo-assinado. E a voz do povo não pode ser ignorada.
   Imagino que a comissão reunida para discutir a LIF esteja imbuída do melhor espírito de cidadania, de incentivo (não apenas "fiscal") à cultura. Assim, proponho que esta comissão, os conselheiros e a presidência da Fundação Cultural encampem e apoiem a criação do Fundo Municipal.
   Aqueles que ainda desejam saber um pouco mais sobre a diferença entre LIF e FMAC podem consultar o link:
 
http://culturaemmovimento-sjcampos.blogspot.com/2010/12/cordel-cultura-pra-todo-mundo-de-paulo.html
(esperamos que a redação esteja clara; as 800 pessoas que receberam cópia impressa na Praça Afonso Pena em dezembro passado entenderam o recado)
   Mais importante (e talvez até mais esclarecedor) é consultar as centenas de cidades de todo o Brasil que adotaram o modelo de Fundo Municipal para Arte e Cultura.
   Cidades administradas sob diferentes bandeiras partidárias/políticas.
   A verdade é as experiências verificadas nestes municípios provam que o modelo "LIF" não tem sido nem remotamente tão eficaz quanto o modelo "Fundo Municipal" no incentivo à Cultura.
   Nossa cidade não pode (mais) perder tempo: avancemos rumo ao nosso tempo. É mais que hora de São José dos Campos ter um Fundo Municipal para Arte e Cultura.
   Atenciosamente,
   Paulo Barja, cidadão joseense.