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6 de julho de 2014
15 de janeiro de 2014
SEM MISTÉRIO (um causo de estatística escolar)
Era uma vez um professor de estatística que, ao final do ano, disse:
- Atendi 54 alunos na minha sala de aula, que tem 48 carteiras...
- ... nenhum aluno ficou em pé durante as aulas...
- ... e nunca pedimos carteiras emprestadas!!!
E aí, como se explica isso?
13 de dezembro de 2013
Uma cena da vida de professor
(Só pra dizer...)
Entre as correrias e tropeços do dia-a-dia, vejo um ex-aluno à distância e cumprimento rapidamente, seguindo meu rumo. Mas aí ele vem chegando e pede por favor que me chamem, diz que precisa falar comigo:
- Professor, eu nem fui propriamente seu aluno, estudava Estatística em outra turma... mas fui algumas vezes tirar dúvidas com o sr. e queria dizer que me ajudou muito. Tirei 10 na última prova e até hoje sou grato ao sr. por isso.
- Ah...! Mas então eu é que agradeço: esse teu agradecimento é o combustível de qualquer professor...!
Ele seguiu. Eu segui. Mas estou até agora pensando que não agradeci suficientemente este aluno pelo gesto dele. Se soubesse a importância disso pra gente... obrigado, obrigado, obrigado!
P. R. Barja
3 de janeiro de 2013
Aos professores
A certa altura do livro "A Misteriosa Chama..." (Umberto Eco), o personagem principal pergunta como foi possível mudar tanto em apenas 9 meses, adquirindo consciência crítica.
A resposta, no livro:
"Simplesmente porque mudou de professor. Um novo professor pode liberar o espírito crítico que um outro não permitia que se desenvolvesse."
27 de junho de 2012
Carta do Leitor (26/06/2012)
Da seção CARTA DO LEITOR,
"O Vale", 26/06/2012
Educação
A cada dia gosto mais de dar aulas, principalmente pela possibilidade inestimável de diálogo com a moçada que, afinal, vai cuidar desse país quando a gente não estiver mais por aqui. Nesse contato, podemos estimular o senso crítico dos jovens e, por isso, dar aulas é - cada vez mais - uma atividade política.
A cada dia gosto mais de dar aulas, principalmente pela possibilidade inestimável de diálogo com a moçada que, afinal, vai cuidar desse país quando a gente não estiver mais por aqui. Nesse contato, podemos estimular o senso crítico dos jovens e, por isso, dar aulas é - cada vez mais - uma atividade política.
Paulo Barja
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