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12 de novembro de 2012

Soneto do Futuro Literário


(sobre Cassiano e São José dos Campos; dedicado aos amigos Selmer e Zenilda)


Viver dos ossos que o tempo corrói
pode deixar amortecida a gente
- triste é a terra que espera somente
a louvação do mesmo velho herói

Vamos mostrar que HÁ vida literária
após a morte do poeta-mor
- não cabe aqui saber quem é melhor:
  poeta vivo só não quer ser pária

Que nossos versos quebrem qualquer muro:
bem mais que a pompa de uma academia,
a nossa chama viva é só POESIA

Nosso presente semeia o futuro.
O herói morreu. Vivemos todos nós.
Cantemos juntos. Viva nossa voz!
  

Paulo R. Barja

(30/out/10)


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