Lirismo para combater a automatização

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29 de janeiro de 2013

Um bilhete para Bukowski


Nasci e vivo nesse (patético?) modo “continuamente ligado”.
Muitas vezes, diante de seres humanos bons e maus igualmente, meus sentidos se aguçam, intensificam, mostrando que não é possível desistir do ser humano.
Procuro ser comedido: respeito as falsas distâncias imaginadas pelos outros, até porque não desejo assustar ninguém.
Mas não finjo entender – e este é o ponto fraco que tem me levado à maioria das encrencas. Tentando ser honesto com os outros, muitas vezes sinto a alma ampliar-se livremente para além de mim, numa espécie de planície espiritual.
Não deixo nada pra lá. Meu cérebro não tem trancas: assim escuto, assim respondo.
E ninguém é bronco demais que não perceba que estou integralmente ali.

P.R.Barja

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